
- Na primeira aula a professora Mariza discursou sobre o que vem a ser a disciplina P.H.C.:
- Valores, ética, moral.
- Viés de estudo: Filosofia, Antropologia e Teologia.
Filosofia: Filo (Amizade) + Sofia (Sabedoria) = Aquele que é amigo do saber.
A dilosofia tem inicio na Grécia, no século V a.C. Ela é uma busca pela verdade, no início pelos fenômenos da natureza (physis), que são pré-socráticos.
Para Sócrates, o homem é virtuoso com sinal de felicidade. Ele ensina através do método Maiêutico (provocar o saber), é um método investigativo. É como descascar uma cebola até chegar ao centro. Chegar ao centro é chegar a definição completa. Isto faz o homem pensar.
Em contra-partida, existem os sofistas, que utilizavam o método da retórica, que era a oratória e a argumentação baseada na verdade., porém eles não são pensadores, como Sócrates era. Platão foi um discípulo de Sócrates, foi ele quem publicou a maioria das obras de Sócrates.
Antropologia: Antropo (Homem)+ Logia(razão, estudo) = Estudo do homem e do ser, através da cultura e da sociedade. "É a ciência preocupada com o fator humano e suas relações. A divisão clássica da Antropologia distingue a Antropologia Social da Antropologia Física. Cada uma destas, em sua construção abrigou diversas correntes de pensamento.
Pode-se afirmar que há poucas décadas a antropologia conquistou seu lugar entre as ciências. Primeiramente, foi considerada como a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no espaço e no tempo. Se por um lado essa concepção vinha satisfazer o significado literal da palavra, por outro restringia o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura marcou e limitou os estudos antropológicos por largo tempo, privilegiando a antropometria, ciência que trata das mensurações do homem fóssil e do homem vivo." (fonte: http://wikipédia.pt.org/wiki/antropologia)
Teologia: "Teologia, no sentido literal, é o estudo sobre Deus (do grego θεóς, theos, "Deus"; + λóγος, logos, "palavra", por extensão, "estudo"). Como ciência tem um objeto de estudo: Deus. Como não é possível estudar diretamente um objeto que não vemos e não tocamos, estuda-se Deus a partir da sua revelação. No Cristianismo isto se dá a partir da revelação de Deus na Bíblia. Por isso, também se define "teologia" como um falar "a partir de Deus" (Karl Barth).
O termo teologia foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo A República, para referir-se à compreensão da natureza divina de forma racional, em oposição à compreensão literária própria da poesia, tal como era conduzida pelos conterrâneos. Mais tarde, Aristóteles empregou o termo em numerosas ocasiões, com dois significados:
teologia como o ramo fundamental da ciência filosófica, também chamada filosofia primeira ou ciência dos primeiros princípios, mais tarde chamada de metafísica por seus seguidores.
teologia como denominação do pensamento mitológico imediadamente anterior à Filosofia, com uma conotação pejorativa, e sobretudo utilizado para referir-se aos pensadores antigos não filósofos (como Hesíodo e Ferécides de Siro).
Santo Agostinho tomou o conceito "teologia natural" da obra Antiquitates rerum humanarum et divinarum, de M. Terêncio Varrão, como única teologia verdadeira dentre as três apresentadas por Varrão: a mítica, a política e a natural. Acima desta, situou a teologia sobrenatural (theologia supernaturalis), baseada nos dados da revelação e, portanto, considerada superior. A teologia sobrenatural, situada fora do campo de ação da Filosofia, não estava subordinada, mas sim acima da última, considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a primeira na compreensão de Deus." (fonte: http://wikipedia.pt.org/wiki/teologia)
A Universidade Católica começa no século III d.C. com Santo Agostinho. Ele começa a ensinar dentro de um Mosteiro.
Nesta aula também analisamos a música O paraíso - Madre Deus:
Subi a escada de papelão
Imaginaria
não leva a lava
não leva não
É só uma escada de papelão
Há outra entrada no paraíso
mais apertada
mas sim Senhor
foi inventada
por um anão
Está guardada
por um dragão
eu só conheço
esse caminho
do paraíso
Depois que a professora ditou a música, os alunos debateram sobre o que viria a ser essa música, qual a metáfora que ela queria passar. E chegamos a conclusão de que ela estava falando sobre a salvação, a ida para o paraíso, que nao adianta buscarmos atalhos, porque só existe uma entrada estreita, que precisamos ser retos diante de Deus para entrarmos.

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