quinta-feira, 5 de junho de 2008

O Homem Contemporâneo e a Sacralidade

Reflexão própria sobre o capítulo 5 - O homem contemporâneo e a sacralidade - Cleide Rita Silvério de Almeida

O ser humano é composto de corpo, que significa o mundo material (visível) e suas necessidades, e essência, que significa o mundo sobrenatural (invisível) e suas necessidades. A essência é a consciência imortal, que existe desde sempre com o transcendente (o único que sempre existiu, e existirá para sempre), é por ser parte da totalidade do universo que essa essência busca religar-se com ela e com o transcendente o todo o tempo determinado que o corpo passa pela existência humana, porque inconscientemente sabe que depois que esse corpo passageiro se for, é para lá que a essência voltará. Está aí a explicação de todas as religiões e seitas pregarem a salvação, já que, querendo ou não, acreditando ou não, existe o mundo "sobrenatural", que nao vemos nem tocamos, mas sentimos.
No decorrer da história, surgiram várias correntes de conhcimento tentando compreender o homem e o sentido da sua existência, entre elas, a corrente do conhecimento teológico, que envolve o estudo do sagrado com suas interpretações e manifestações. Todos os dias surgem religoes e seitas novas, cada qual com sua forma de ver e itnerpretar o universo e o sagrado, e muitas vezes transformando-se em comércio. O que é um absurdo, colocar preço e fazer propaganda em algo que sempre existiu.
Transcender-se e religar-se com o sagrado é algo intrinseco e particular, depende da pessoa, de sua historia sociocultural, de seu modo de ver o mundo, assim ele buscará a religação da forma que mais se identificar, seja na religiao, em alguma seita, na metafisica ou no mundo material, refletindo no consumismo do homem contemporâneo.

Mergulhar na Totalidade

Capítulo 5 - Mergulhar na totalidade - Eliton Espirito Santo
A pergunta destinada ao meu grupo era "O que o autor quer dizer com mergulhar na totalidade?"





Saber fazer essas relações é mergulhar na totalidade = transcendencia





Ser= Consciência imortal (parte da totalidade)
Ter = Consumismo (parecer)





Mergulhar na totalidade ----> União de interioridade com exterioridade (relação com o outro) -----> Transformação ----> Religação com o Transcendente.

Todo ser humano tem necessidade de religar-se com o Transcendente porque viemos dele. Existimos desde sempre com Ele, muito antes de nascermos. Aqui interpretamos Transcendente como Deus, ou como o Universo, aquilo que sempre existiu e sempre existirá. Nessa busca para religar-se ao Transcendente acabamos desviando o caminho e caindo no consumismo, onde o ter é mais importante que o ser, em sua essência. As religiões e a metafísica estão nos dias de hoje cumprindo o papel de intermediária entre o humano e o transcendente. É preciso refletirmos sobre a existência humana e sua consequencia no planeta. Esse vazio e esse falta de ligação com o sagrado tem acarretado muitas coisas ruins no mundo.

O Provisório e o Transcendente

Capitulo 4 - O provisório e o transcendente - Antonio Martini



"O ser humano é um ser de relações e se encontra imerso na provisoriedade. Relaciona-se de múltiplas formas com a natureza, a sociedade e com o Transcendente, assim almeja alguma solidez a provisoriedade.
O Trabalho é a tentativa de superar as limitações impostas pela natureza. A autoconsciência é sintoma da transcendência. Ao se ver ameaçado pela natureza, ele sobrevive mediante a produção de cultura.
A força da ação humana consiste em ter a transcendência como origem de seus projetos e método de trabalho enquanto desejo e utopia. A recusa à transcendência é trágica ao ser humano, pois o torna resignado em sua mediocridade.
A certeza da morte do espaço ao anseio de eternidade e de superação. A religiosidade é, portanto, intrínseca à natureza humana – anseio de apreender a totalidade da vida e do mundo.
Seu fundamento é a esperança de uma vida mais forte que a morte e a percepção de forças superiores. A racionalidade moderna desconsidera a religião e não percebe a relação com o Transcendente, como uma dimensão radicalmente humana.
Não seria a voracidade do consumismo, uma pulsação da fome pelo sagrado? A identidade humana passa pelo encontro com o Absoluto: aí o provisório faz sua síntese com o eterno." (fonte: http://www.vestibular1.com.br/resumos_livros/o_humano_lugar_do_sagrado.htm)




  • Divisão da sala em grupos, cada grupo recebeu uma pergunta, a qual teria que responder com base neste texto. A pergunta destinada ao meu grupo foi "O que o autor fala sobre desencontro e reencontro? Associe essa questão com a possibilidade de transcendência."

"A consciência das limitações se aprofunda na vivência social. [...] A certeza da morte estimula o desejo de superação e também abre espaço para um anseio de eternidade. [...] Não podendo vencer a morte no plano físico, o homem o faz no plano simbólico. O provisório contém em si sementes do eterno."
"[...] a religiosidade intrinseca à natureza humana - anseio de apreender a totalidade da vida e do mundo - assumo formas culturais, dentre elas a religião. Seu fundamento é a esperança de vida mais forte do que a morte e nela se consolida a percepção de forças superiores, que se personificam no Transcendente. Fundadas nessa experiencia, as religioes cotribuem para a vida coletiva com uma perspectiva unificadora diante de seus desafios e conflitos."
"Em sua complexidade, a relação Humano-Transcendente é um caminho pontilhado de desencontros. Um primeiro equivoco, é a domesticação do sagrado. Ela faz com que individuos e grupos se projetem numa ilusória infinitude, ao pretenderem realizar em si proprios a totralidade.[...]"
"[...] No entanto, se o relacionamento com o Transcendente necessita desses elementos, não deve fixar-se definitivamente em manifestacoes concretas. O formalismo esvazia o significado original de textos, imagnes e rituais, conferindo-lhes um poder que, na verdade, nao tem. [...]"
"Em consequencia, cria-se um universo fechado, onde nao há lugar para a transcendência: nele só há objetos. [...] O ser humano os encontra, por exemplo, no consumismo, no qual ele a si mesmo se consome. [...]"
"A presença do Transcendente possibilita aos individuos um reecontro consigo mesmos, na provisoriedade. A identidade humana passa pelo encontro com o Absoluto; aí o provisório faz síntese com o eterno."

Painel 24/04

Confeção de Painéis.
Tema: Liberdade e Ética
Colagem de figuras de revistas, construindo um painel que traduzisse para o grupo o conceito de liberdade e ética. Depois apresentação para a sala.

17/04/08

Debate em sala de aula sobre os capítulos já estudados:


  • Comunicação, interpretar a realidade do cotidiano - linguagem (tranca, chave); conhecimento (pragmático) solução imediata; senso comum: rompe com o que é imposto, ensinado, afastamento do cotidiano (necessário) tempo e espaço (há tempo para tudo)
  • Homem (conhecimento científico) - confronto de dados X Religião (dá sentido à vida)
  • Moral X Liberdade;
  • Homem X Sociedade;
  • Educação moral: regras;
  • Altuar moral. (será?)
  • Liberdade constrói-se?
  • Falta de humanização;
  • Homem: alienação;
  • Liberdade (mundo outro) - bens materiais; tecnologia; compromisso.

Ética e Utopia

Capítulo 3 - Ética e Utopia - Terezinha Azerêdo Rios

" A aventura humana é apaixonante e perigosa.
A atividade filosófica, como busca do conhecimento verdadeiro, ampliado e aprofundado da humanidade realiza uma reflexão ética. O costume (significado de moral e ética) é uma forma de transcender a natureza e realizar ações dotadas de valor.
A moral nos faz perguntar: Que devo fazer? Portanto, é o conjunto de valores, princípios e regras, noções de bem e mal, que norteiam o comportamento humano. Seu núcleo está na responsabilidade, e daí a liberdade.
Liberdade, consciência do dever, vontade (autocontrole), relacionadas à determinação de regras sociais são os componentes da ação moral.
A conduta Moral (verdadeiramente humana), visa sempre um determinado fim, concretizar um bem. Um dos nomes a isso é: felicidade, que só vem da satisfação Moral, logo só é viável na perspectiva da solidariedade.
Não há bem, senão na relação com os outros. E pela mediação dos outros que cada homem se constitui sujeito livre e responsável, assim, qualquer modo de dominação frustra o processo de humanidade do homem.
No interior da experiência religiosa, a Moral encontra sua expressão cultural mais antiga e mais universal.
Cabe à Ética perguntar os porquês das ações e juízos morais, e suas proposições devem ter o mesmo rigor, coerência e fundamentação das proposições científicas.
Hoje, a Ética constitui um desafio, pois possui um sistema preocupante: o cinismo, ou, indiferença diante dos valores, que leva à desesperança, à negação da utopia, perdendo-se o sentido da construção humana.
Aí aparece novamente a esperança. A esperança coloca à humanidade o desafio de construir o possível, criar uma sociedade na qual a questão da moralidade seria questão de todos e cada um.
A esperança é uma virtude tão humana que ganhou um caráter teológico – a ela se articula a fé. Ambas não nos deixam ficar parados." (Fonte: http://www.vestibular1.com.br/resumos_livros/o_humano_lugar_do_sagrado.htm)

A aventura da Liberdade

Capítulo 2 - A aventura da liberdade - Branca Jurema Ponce

"A liberdade é preocupação universal. Sua carência nos motiva a falar dela e sua presença enquanto preocupação impulsiona a humanidade a avançar.
Tornar-se humano é um processo biogenético e sócio cultural. A moral tem o objetivo de viabilizar a convivência neste meio. Não há ato moral sem liberdade, pois ela exige regras e vontades.
A liberdade é possibilidade de superação da imanência, seu uso é uma forma de transcendência. Ela se constrói a partir da humanidade e sua História. Quanto mais as relações dos indivíduos entre si se humanizarem, mais a humanidade será livre.
Se fosse garantido a todos o acesso ao maravilhoso patrimônio do bem estar material, científico, tecnológico, filosófico e artístico da humanidade, então seríamos hoje, mais livres que ontem.
Libertar-se de limites para ampliar possibilidades é nossa meta permanente.
Estaremos mais próximos de nossa natureza humana e seu sentido, quanto mais conscientemente culturalizados estivermos, libertando-nos da fome, ignorância, da alienação, do sistema escravista, e superar-se a si mesmo através do transcendente.
Nossa utopia é tornar a vida sinônima de liberdade." (fonte: http://www.vestibular1.com.br/resumos_livros/o_humano_lugar_do_sagrado.htm)

A construção do humano

Humano, o lugar do sagrado - Editora Olho d'água

Capitulo 1 - A construção do humano - Maristela G. André e Regina Pereira Lopes

"A vida do ser humano é uma busca constante do sentido de sua existência. Para existir como humanidade, deve construir as condições de sobrevivência, que só se tornou possível em comunidade, onde através do conhecimento, indivíduo e comunidade se modificam.
O conhecimento, movido pela curiosidade e urgência de sobreviver, utiliza instrumentos e condições, definindo a identidade humana em dois planos: Indivíduo à sujeito original que vive num contexto. Contexto sócio cultural à família, trabalho, educação e lazer.
A consciência de si mesma da pessoa é desenvolvida a partir da integração ente o plano individual e sócio cultural.
A base das relações entre indivíduo e sociedade é a linguagem, que é a maneira mais complexa criada pelo homem para se relacionar com o mundo, caracterizando nossa maneira de ser e estar nele.
A linguagem permite a preservação da memória coletiva da sociedade, assim, conhecimento e linguagem permitem relacionar, interpretar e construir modos de inserção na realidade e na capacidade de reflexão mostra que o agir humano vai além da pura materialidade.
O primeiro nível do conhecimento, pragmático, resulta da repetição sistemática dos elementos do cotidiano. O saber operativo resulta da constatação de eventuais semelhanças entre objetos e fenômenos sem critério crítico, senso comum.
A pessoa, ao nascer, se encontra em uma circunstância, onde tentará superar as condições impostas, e ao deixar-se envolver por objetos e experiências que o fazem fugir da rotina, permite-se ao indivíduo, transcender o nível pragmático de existência.
O afastamento do cotidiano aliado a essa tomada de consciência já insinua uma dimensão de sacralidade.
Através dos mitos e seus símbolos é que a imagem do mundo é desenhada e se esboça uma mediação entre imanência e transcendência. Através dos mitos, o homem transpõe sua temporalidade, sendo a religião a principal experiência que rege o universo místico.
O conhecimento científico se caracteriza pela objetividade, a Filosofia é orientada por princípios racionais. Mas apesar da contribuição Filosófica e Científica no processo de humanização, persiste a relação do humano com o transcendente o conhecimento teológico.
A busca de sentido para a vida e a morte faz parte de uma perene tentativa de a humanidade manter contato com o Transcendente e se materializa em diferentes concepções religiosas.
As mudanças necessárias à construção do humano exigem também a transformação das subjetividades pessoais e coletivas, encontrando a cada dia, um sentido novo de viver." (fonte: http://www.vestibular1.com.br/resumos_livros/o_humano_lugar_do_sagrado.htm)

Relação entre Mito de Sisifo, o Aborto e o Suicídio

Nessa aula continuou a discussão sobre o aborto e o suicídio, mas dessa vez abordando a relação que tem com o mito de Sisifo.






  • Sisifo: crença, persistência e não-desistência da vida.
  • Aborto, Suicídio: desistência.
  • Aquele que desiste de ser útil para o outro, age com desonestidade.
  • O mito é uma metáfora intelectual.
  • Não crer na capacidade do ser humano aprender e desaprender e reaprender.
  • Se a vida não pulsar mais causa baixa auto-estima e a procura por subterfugios para fugir da realidade.
  • O aborto é um suicídio metafórico, é privar aquela vida da opção de querer ou não viver.
  • Grão: Sisifo - morrer para germinar.
  • Páscoa: morte e ressureição. Devemos morrer em algumas coisas para brilharmos em outras. Morrer para o novo nascer = metáfora.
  • Como rolar a pedra para sair do sepulcro?
  • Suicídio: abismo; desconhecido; sem fim; vazio.
  • Não saber lidar com o vazio, nem com o tempo. Silêncio do abismo - salto da vida - autoanálise, possibilidade de se reecontrar consigo mesma.

No debate, uma aluna levou a revista Época do mês de fevereiro que continha uma reportagem sobre o incentivo ao suicidio na internet. Eu já havia lido aquela reportagem. É realmente chocante ver que além das pessoas que querem cometer o suicidio, tem diabinhos incentivando. Eles nao tiram sua própria vida, mas incentivam quem está no fundo do posso a cometê-lo. Essa aluna leu uma parte da reportagem que fala sobre Filosofia e o Suicidio - o que disseram grandes pensadores sobre o ato de tirar a própria vida, que está relacionado ao mito de Sisifo:


"Para o autor de O Mito de Sísifo, Albert Camus, o suicídio é a única questão filosófica essencial. Sua conclusão é que matar-se é negar a liberdade
Pelo menos desde a Grécia Antiga os grandes pensadores examinam o fenômeno do suicídio. Sócrates, condenado a cometer suicídio por um tribunal de Atenas, consolou seus seguidores dizendo não saber o que o esperava na morte, por isso não era possível dizer se sua sentença era uma desgraça ou uma benesse. Mas em um dos diálogos de Platão, Fedro, Sócrates condena o suicídio voluntário. Diz que não temos o direito de libertar a alma de um posto (o corpo) em que os deuses a colocaram. O pensador cristão Tomás de Aquino enumera três argumentos contra o suicídio: ele é contrário ao amor-próprio, um estado natural; é uma afronta à sociedade, da qual o indivíduo faz parte; e é uma afronta a Deus, que dá a vida e tem o direito de determinar quando ela termina.No século XVI, o ensaísta francês Montaigne cita trechos de filósofos antigos que aprovam o suicídio. “Nenhum mal atingirá quem na existência compreendeu que a privação da vida não é um mal.” A interpretação mais comum, porém, é que Montaigne ataca o medo da morte, que escraviza as pessoas, mas não chega a defender o suicídio.São os iluministas do século XVIII que mudam o foco da questão. Ali nascia uma filosofia de valorização da liberdade, e vários pensadores, como o escocês David Hume, consideraram o suicídio uma opção individual. Na virada para o século XIX, o movimento romântico se apropria do tema. Um livro do alemão Johann von Goethe, sobre um jovem (Werther) que se mata ao concluir que jamais conquistaria seu amor, supostamente levou a uma onda de suicídios no país. A melancolia inaugurada na França pelo poeta Charles Baudelaire foi apelidada de “mal do século” e teria provocado, também, suicídios. O filósofo Arthur Schopenhauer comparou o suicídio, para alguém que sentia dor intensa, a acordar de um pesadelo.Foi nessa época que surgiu uma nova visão. O trabalho de sociólogos como Émile Durkheim mostrou que a alienação e a falta de propósito ligadas à vida moderna incentivariam o suicídio. E o estabelecimento da psiquiatria como uma disciplina independente jogou luz em fenômenos como a melancolia, a histeria e a depressão. Cerca de 90% dos suicídios estão relacionados a problemas psiquiátricos, segundo alguns estudos. A partir daí, o suicídio passou a ser visto como fruto de uma condição psicológica e social, não mais como resultado da vontade livre de um indivíduo.Mesmo entre os filósofos que dão ênfase ao individualismo, o suicídio ganhou forte oposição. O inglês John Stuart Mill, no século XIX, dizia que a condição essencial para a liberdade era a capacidade do indivíduo de fazer escolhas, e o suicídio acaba com a possibilidade de escolhas futuras. Já no século XX, o escritor existencialista Albert Camus tratou o suicídio como “o único tema filosófico realmente sério”, no livro O Mito de Sísifo. Sísifo é um personagem da mitologia grega condenado a levar uma pedra para o alto de um morro. Toda vez que ele chega ao cume, a pedra rola para baixo de novo, e ele deve recomeçar a tarefa do zero. Camus compara essa tarefa aos sofrimentos da vida. Mas sua interpretação inovadora é que a vida não é o cumprimento de um objetivo, e sim o processo. Sísifo, para Camus, não é um condenado infeliz. É um vitorioso, realizado na concentração de sua mente e no suor proveniente de seu esforço. Para Camus, o suicídio é a negação da liberdade."
David Cohen e Dagomir Marquezi (Fonte: http://www.epoca.com.br)

Essa reportagem acaba resumindo tudo o que foi debatido, e com base nos nossos maiores pensadores.


Campanha da Fraternidade: O suícidio e a vida

O segundo tópico que estudaremos sobre a Campanha da Fraternidade é o Suicídio.

"Suicídio (do latim sui caedere), termo criado por Desfontaines, matar-se, é um ato que consiste em pôr fim intencionalmente à própria vida.
Define-se suicídio como a atitude individual de extinguir a própria vida, podendo ser causada entre outros factores por um elevado grau de sofrimento, que tanto pode ser verdadeiro ou ter sua origem em algum transtorno afetivo, transtorno psiquiátrico como a psicose aguda (quando o indivíduo sai da realidade, porém não o percebe) ou a depressão delirante. Em todos os três casos, a probabilidade de atitude tão extrema é consideravelmente potencializada se houver uso continuado de drogas e de bebidas alcoólicas. O suicida pode, ou não, deixar uma nota de suicídio.
Um amplo espectro da sociedade trata o assunto sob o véu do tabu, ou seja: um tema sobre o qual devem-se evitar maiores aprofundamentos teóricos ou acaloradas discussões. No entanto, o suicídio pode ser considerado um problema de saúde pública, na medida que em países onde a estatística é utilizada como ferramenta no auxílio de melhor visualização da realidade social, como nos Estados Unidos, são elevados os índices de mortes por suicídio e muito maiores os números referentes às tentativas infrutíferas.
As reações ao suicídio variam de cultura para cultura. O ato é considerado um pecado em muitas religiões, e um crime em algumas legislações. Agostinho de Hipona (354-430) assumiu um posicionamento segundo o qual cristãos não podem cometer suicídio, pois compreendia que o mandamento ‘Não matarás’ (Êxodo 20.13) proíbe matar a nós mesmos. Por outro lado, algumas culturas vêem tal ato como uma maneira honrosa de escapar a situações vergonhosas ou desesperadoras, como no caso do seppuku japonês geralmente usado para limpar o nome da familia na sociedade. As pessoas que tentam o suicídio, com sucesso ou sem ele, deixam geralmente um bilhete para explicar tal ato, o que comprova que o suicídio é, de uma maneira geral, um ato premeditado. Suas causas psíquicas ainda permanecem desconhecidas, mas está associado principalmente a quadros depressivos.
Há uma frase célebre sobre o tema do filósofo Albert Camus: "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia"." (fonte: http://www.wikipedia.pr.org/suicídio)
O suicídio nunca foi e nunca será a resulução de nenhum problema, pelo contrário, ele só arruma mais, pra quem fica e para quem vai também porque nao vai embora desse mundo em paz. Eu mesma já pensei diversas vezes em me matar, mas de que adiantaria? Eu entendo que a depressão toma conta e é dificil sair do fundo do posso, mas basta querer. Quem comete suicidio é covarde, quer se esconder, fugir, porém tem coragem, se usasse essa coragem para sair do abismo em que se encontra, seria perfeito. Devemos amar a vida, Deus deu-nos para vivermos, aproveitarmos, fazermos a nossa história ser única, é uma chance que nao se repete e deve ser utilizada com respeito, carinho, e muita responsábilidade. "Viver é um risco", já dizia Guimarães Rosa, mas se nao fossem os riscos, os problemas, que graça teria? O bom da vida consiste em passar os problemas, vencer os obstáculos, conquistar o impossível, nos tornarmos melhor a cada dia. É preciso lutar pela vida e nao contra ela. Há pessoas que vivem para ver nosso olhar, nosso sorriso, ter a nossa companhia, assim como também vivemos para ter isso das outras pessoas. É um ato de egoísmo e covardia, que pode ser evitado se as pessoas deixassem o orgulho de lado e procurassem ajuda, seja dos amigos, profissional e principalmente em Deus, que é quem nos deu essa maravilhosa oportunidade que é a vida.
Os candidatos suicidas reclamam que ninguém os ama, mas e eles amam à alguém? Nem a eles mesmos. Infelizmente. Amar é uma atitude, e se amar é uma atitude mais necessária ainda, não há como amar os outros se nao se amar, e se você nao se ama e nao ama aos outros, como exigir amor, carinho e atenção? Nós somos e temos o que atraimos. Somo responsáveis pelo jeito como nossa vida está, pelo que temos. Se ela nao está como a pessoa gostaria, é porque deve ser feito uma renovação de conceitos e de atitudes.

Campanha da Fraternidade: O aborto

Esse ano o tema da Campanha da Fraternidade 2008 (CF-2008) é "Fraternidade e Defesa da Vida" e o lema, "Escolhe, pois, a vida (Dt 30,19)".
"O objetivo geral da CF-2008 é levar a sociedade a defender e a promover a vida humana do nascimento até a morte. Em uma sociedade altamente materialista e competitiva como a atual, as pessoas tendem a determinar valores para coisas e pessoas tendo em vista interesses particulares.
Nesse modo de ver as coisas, quando algo não é mais útil para determinado objetivo ele é logo descartado - hoje, essa mentalidade abrange também as relações afetivas. Por exemplo, abandonar idosos em asilos ou impedir o nascimento de deficientes são violências contra a vida.
O desenvolvimento da ciência e da tecnologia na área da medicina transformou a concepção da sociedade a respeito da vida e da morte.
As conquistas levaram muitos especialistas a acreditar que têm o poder de decidir quando o feto pode ser chamado de "ser humano", assim como qual é o "momento mais adequado" para um paciente morrer.
Com base nos ensinamentos da Igreja, é preciso que se compreenda a vida como Dom de Deus e que seja valorizada em todas as circunstâncias, com o compromisso ético do amor fraterno." (fonte: http://www.editorasalesiana.com.br)
De acordo com isso, ficou programado discutirmos em sala de aula o aborto e o suicídio que são formas de ceifar a vida. Nessa aula o tema foi o aborto. Como eu faltei, não sei o que foi discutido em sala, então publicarei um artigo interesantíssimo que eu li na internet sobre o tema, quem escreveu foi o Prof. Humberto Leal Vieira - Presidente da PROVIDA FAMÍLIA.
"Os grupos feministas alegam que ter ou não ter filho, é um direito da mulher, por isso o aborto deve ser legalizado. Ao aceitar o argumento de que a mãe tem o direito de matar seu próprio filho, porque resultante de uma gravidez "indesejada" teremos que aceitar que o filho também tem o direito de matar sua mãe quando indesejada por este. Afinal o filho não escolheu a mãe que tem e os direitos são iguais para todos. Vejam onde iríamos com esse argumento!
A afirmativa segundo a qual está se defendendo um direito da mulher ao legalizar o aborto, é uma farsa, é mentirosa e esconde o verdadeiro objetivo da campanha das ONGs que são pagas por fundações e organismos internacionais para promover, entre nós, o controle de população. Em verdade, são grupos assalariados que prestam serviços a seus patrões interessados em uma nova modalidade de imperialismo em que a vida humana está em jogo. Tiramos essa conclusão ao ler o Relatório Kissinger (NSSM 200) "Implicações do crescimento da população mundial para a segurança e os interesses externos dos Estados Unidos". Nesse relatório está demonstrado o pavor dos países ricos com o crescimento da população nos países do Terceiro Mundo. Os investimentos para o controle populacional somam bilhões de dólares em todo o mundo.
Os projetos e recursos para distribuição de contraceptivos, para esterilização e promoção do aborto são publicados pelo Fundo de População da ONU. Para o Brasil, nesses últimos cinco anos foram investidos 837 milhões de dólares naqueles projetos. Para a legalização da contracepção, da esterilização e do aborto, entre nós, foi criado o Grupo Parlamentar de Estudos de População e Desenvolvimento (GPEPD) e, no âmbito da América Latina, o Grupo Parlamentar Interamericano (GPI). Esse grupo tem entre seus objetivos, segundo publicação do GPI: "Revisar as legislações nacionais a fim de considerar a possibilidade de despenalizar o aborto, tendo em conta o grande número que se realiza à margem da lei e a alta taxa de mortalidade que deles resulta". Para esses grupos parlamentares foram destinados, nestes últimos dois anos: 582.300 dólares e para o "lobby" do aborto no Brasil 634.000 dólares entre outros recursos.
Na grande discussão sobre o aborto, que se deu no dia 25 do corrente mês, no Plenário da Câmara dos Deputados, tive oportunidade de expor, aos presentes, esse dados. Nessa ocasião se apresentaram dirigentes de ONGs como as Católicas pelo Direito de Decidir e outras que defenderam a legalização do aborto e para isso são financiadas por organizações internacionais e fundações estrangeiras.
Agora, o vergonhoso é que brasileiros, e até mesmo certos parlamentares defendam os interesses daqueles países em detrimento de nossa soberania e de nosso crescimento como Nação! Acredito que o Congresso Nacional deveria apurar o destino de tanto recurso investido no Parlamento e nas ONGs para o controle populacional. Essa é uma questão de soberania nacional. Felizmente, sabemos, que é apenas uma minoria de parlamentares que está engajado nesses programas e que a grande maioria desconhece aqueles projetos de controle populacional que representam um neo-colonialismo. Estes grupos já conseguiram legalizar a contracepção e a esterilização e agora tentam legalizar o aborto. Concluindo podemos dizer que a questão do direito ao aborto é um eufemismo que esconde o verdadeiro objetivo de países estrangeiros e organizações internacionais interessados no controle da população brasileira e o enfraquecimento do Brasil, como Nação Soberana." Artigo publicado no jornal Correio Brasiliense em 30/11/1997.
(fonte: http://www.aborto.com.br)

Quem é o homem a partir do Mito de Sisifo?

A professora deixou no Apep, o mito de Sisifo segundo Albert Camis, que é um existencialista. Deveriamos ir com o texto lido para sala de aula:

"Os deuses tinham condenado Sísifo a empurrar sem descanso um rochedo até ao cume de uma montanha, de onde a pedra caía de novo, em conseqüência do seu peso. Tinham pensado, com alguma razão, que não há castigo mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança. A acreditar em Homero, Sísifo era o mais ajuizado e mais prudente dos mortais. No entanto, segundo outra tradição, tinha tendências para a profissão de bandido. Não vejo nisto a menor contradição. As opiniões diferem sobre os motivos que lhe valeram ser trabalhador inútil dos infernos. Censura-se-lhe, de início, certa leviandade para com os deuses. Revelou os segredos deles. Egina, filha de Asopo, foi raptada por Júpiter. O pai espantou-se com esse desaparecimento e queixou-se dele a Sísifo. Este, que estava ao corrente do rapto, propôs a Asopo contar-lhe o que sabia, com a condição de ele dar água à cidadela de Corinto. Aos raios celestes, preferiu a bênção da água. Por tal foi castigado nos infernos. Homero conta-nos também que Sísifo havia acorrentado a Morte. Plutão não pôde suportar o espetáculo do seu império deserto e silencioso. Enviou os deuses da guerra, que soltou a Morte das mãos do seu vencedor. Diz-se ainda que, estando Sísifo quase a morrer, quis, imprudentemente, pôr à prova o amor de sua mulher. Ordenou-lhe que lançasse o seu corpo, sem sepultura, para o meio da praça pública. Sísifo encontrou-se nos infernos. E aí, irritado com uma obediência tão contrária ao amor humano, obteve de Plutão licença para voltar à terra e castigar a mulher. Mas, quando viu de novo o rosto deste mundo, sentiu inebriadamente a água e o sol, as pedras quentes e o mar, não quis regressar à sombra infernal. Os chamamentos, as cóleras e os avisos de nada serviram. Ainda viveu muitos anos diante da curva do golfo, do mar resplandecente e dos sorrisos da terra. Mercúrio veio pegar no audacioso pela gola e, roubando-o às alegrias, levou-o à força para os infernos, onde o seu rochedo já estava pronto. Já todos compreenderam que Sísifo é o herói absurdo. É-o tanto pelas suas paixões como pelo seu tormento. O seu desprezo pelos deuses, o seu ódio à morte e a sua paixão pela vida valeram-lhe esse suplício indizível em que o seu ser se emprega em nada terminar. É o preço que é necessário pagar pelas paixões desta terra. Não nos dizem nada sobre Sísifo nos infernos. Os mitos são feitos para que a imaginação os anime. Neste, vê-se simplesmente todo o esforço de um corpo tenso, que se esforça por erguer a enorme pedra, rolá-la e ajudá-la a levar a cabo uma subida cem vezes recomeçada; vê-se o rosto crispado, a face colada à pedra, o socorro de um ombro que recebe o choque dessa massa coberta de barro, de um pé que a escora, os braços que de novo empurram, a segurança bem humana de duas mãos cheias de terra. No termo desse longo esforço, medido pelo espaço sem céu e pelo tempo sem profundidade, a finalidade está atiginda. Sísifo vê então a pedra resvalar em poucos instantes para esse mundo inferior de onde será preciso trazê-la de novo para os cimos. E desce outra vez à planície. É durante este regresso, esta pausa, que Sísifo me interessa. Um rosto que sofre tão perto das pedras já é, ele próprio, pedra! Vejo esse homem descer outra vez, com um andar pesado mais igual, para o tormento cujo fim nunca conhecerá. Essa hora que é como uma respiração e que regressa com tanta certeza como a sua desgraça, essa hora é a da consciência. Em cada um desses instantes em que ele abandona os cumes e se enterra a pouco e pouco nos covis dos deuses, Sísifo é superior ao seu destino. É mais forte do que o seu rochedo. Se este mito é trágico, é porque o seu herói é consciente. Onde estaria, com efeito, a sua tortura se a cada passo a esperança de conseguir o ajudasse? O operário de hoje trabalha todos os dias da sua vida nas mesmas tarefas, e esse destino não é menos absurdo. Mas só é trágico nos raros momentos em que ele se torna consciente. Sísifo, proletário dos deuses, impotente e revoltado, conhece toda a extensão da sua miserável condição: é nela que ele pensa durante a sua descida. A clarividência que devia fazer o seu tormento consome ao mesmo tempo a sua vitória. Não há estino que não se transceda pelo desprezo. Se a descida se faz assim, em certos dias, na dor, pode também fazer-se na alegria. Esta palavra não é de mais. Ainda imagino Sísifo voltando para o seu rochedo, e a dor estava no começo. Quando as imagens da terra se apegam de mais à lembrança, quando o chamamento da felicidade se torna demasiado premente, acontece qua a tristeza se ergue no coração do homem: é a vitória do rochedo, é o próprio rochedo. O imenso infortúnio é pesado de mais para se poder carregar. São as nossas noites de Gethsemani. Mas as verdades esmagadoras morrem quando são reconhecidas. Assim, Édipo obedece de início ao destino, sem o saber. A partir do momento em que sabe, a sua tragédia começa. Mas no mesmo instante, cego e deseperado, ele reconhece que o único elo que o prende ao mundo é a mão fresca de uma jovem. Uma frase desmedida ressoa então: "Apesar de tantas provações, a minha idade avançada e a grandeza da minha alma fazem-me achar que tudo está bem." O Édipo de Sófocles, como o Kirilov de Dostoievsky, dá assim a fórmula da vitória absurda. A sabedoria antiga identifica-se com o heroísmo moderno. Não descobrimos o absurdo sem nos sentirmos tentados a escrever um manual qualquer da felicidade. "O quê, por caminhos tão estreitos?..." Mas só há um mundo. A felicidade e o absurdo são dois filhos da mesma terra. São inseparáveis. O erro seria dizer que a felicidade nasce forçosamente da descoberta absurda. Acontece também que o sentimento do absurdo nasça da felicidade. "Acho que tudo está bem", diz Édipo e essa frase é sagrada. Ressoa no universo altivo e limitado do homem. Ensina que nem tudo está, que nem tudo foi esgotado. Expulsa deste mundo um deus que nele entrara com a insatisfação e o gosto das dores inúteis. Faz do destino uma questão do homem, que deve ser tratado entre homens. Toda a alegria silenciosa de Sísifo aqui reside. O seu destino pertence-lhe. O seu rochedo é a sua coisa. Da mesma maneira, quando o homem absurdo contempla o seu tormento, faz calar todos os ídolos. No universo subtamente entregue ao seu silêncio, erguem-se as mil vozinhas maravilhosas da terra. Chamamentos inconscientes e secretos, convites de todos os rostos, são o reverso necessário e o preço da vitória. Não há sol sem sombra e é preciso conhecer a noite. O homem absurdo diz sim e o seu esforço nunca mais cessará. Se há um destino pessoal, não há destino superior ou, pelo menos, só há um que ele julga fatal e desprezível. Quanto ao resto, ele sabe-se senhor dos seus dias. Nesse instante sutil em que o homem se volta para a sua vida, Sísifo, regressando ao seu rochedo, contempla essa seqüência de ações sem elo que se torna o seu destino, criado por ele, unido sob o olhar da sua memória, e selado em breve pela sua morte. Assim, persuadido da origem bem humana de tudo o que é humano, cego que deseja ver e que sabe que a noite não tem fim, está sempre em marcha. O rochedo ainda rola. Deixo Sísifo no sopé da montanha! Encontramos sempre o nosso fardo. Mas Sísifo ensina a fidelidade superior que nega os deuses e levanta os rochedos. Ele também julga que tudo está bem. Esse universo enfim sem dono não lhe parece estéril nem fútil. Cada grão dessa pedra, cada estilhaço mineral dessa montanha cheia de noite, forma por si só um mundo. A própria luta para atingir os píncaros basta para encher um coração de homem. É preciso imaginar Sísifo feliz. " Albert Camus


Então, ela deu um tempo para que nos dividissemos em grupos e fossemos à biblioteca de comunicação pesquisar em revistas quem seria o Sisifo da atualidade.

Alguns grupos falaram que Sisifo podia ser Jesus Cristo, outros nós, cidadãos comuns, as celebridades. O meu grupo particularmente apresentou aquela Madre que está para ser canonizada, os bombeiros e Santa Terezinha que apesar de não ser da atualidade, sua história está presente até os dias de hoje na crença das pessoas. Mas todos chegamos a conclusão de que Sisifo mesmo nao vendo solução para o seu problema continuava persistente, pois quando ele descia, que ele via tudo o que perdeu, era seu momento de reflexão.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Problemas do Homem Contemporâneo


    Na primeira aula a professora Mariza discursou sobre o que vem a ser a disciplina P.H.C.:


  • Valores, ética, moral.



  • Viés de estudo: Filosofia, Antropologia e Teologia.



Filosofia: Filo (Amizade) + Sofia (Sabedoria) = Aquele que é amigo do saber.




A dilosofia tem inicio na Grécia, no século V a.C. Ela é uma busca pela verdade, no início pelos fenômenos da natureza (physis), que são pré-socráticos.



Para Sócrates, o homem é virtuoso com sinal de felicidade. Ele ensina através do método Maiêutico (provocar o saber), é um método investigativo. É como descascar uma cebola até chegar ao centro. Chegar ao centro é chegar a definição completa. Isto faz o homem pensar.



Em contra-partida, existem os sofistas, que utilizavam o método da retórica, que era a oratória e a argumentação baseada na verdade., porém eles não são pensadores, como Sócrates era. Platão foi um discípulo de Sócrates, foi ele quem publicou a maioria das obras de Sócrates.





Antropologia: Antropo (Homem)+ Logia(razão, estudo) = Estudo do homem e do ser, através da cultura e da sociedade. "É a ciência preocupada com o fator humano e suas relações. A divisão clássica da Antropologia distingue a Antropologia Social da Antropologia Física. Cada uma destas, em sua construção abrigou diversas correntes de pensamento.
Pode-se afirmar que há poucas décadas a antropologia conquistou seu lugar entre as ciências. Primeiramente, foi considerada como a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no espaço e no tempo. Se por um lado essa concepção vinha satisfazer o significado literal da palavra, por outro restringia o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura marcou e limitou os estudos antropológicos por largo tempo, privilegiando a antropometria, ciência que trata das mensurações do homem fóssil e do homem vivo." (fonte: http://wikipédia.pt.org/wiki/antropologia)





Teologia: "Teologia, no sentido literal, é o estudo sobre Deus (do grego θεóς, theos, "Deus"; + λóγος, logos, "palavra", por extensão, "estudo"). Como ciência tem um objeto de estudo: Deus. Como não é possível estudar diretamente um objeto que não vemos e não tocamos, estuda-se Deus a partir da sua revelação. No Cristianismo isto se dá a partir da revelação de Deus na Bíblia. Por isso, também se define "teologia" como um falar "a partir de Deus" (Karl Barth).
O termo teologia foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo A República, para referir-se à compreensão da natureza divina de forma racional, em oposição à compreensão literária própria da poesia, tal como era conduzida pelos conterrâneos. Mais tarde, Aristóteles empregou o termo em numerosas ocasiões, com dois significados:
teologia como o ramo fundamental da ciência filosófica, também chamada filosofia primeira ou ciência dos primeiros princípios, mais tarde chamada de metafísica por seus seguidores.
teologia como denominação do pensamento mitológico imediadamente anterior à Filosofia, com uma conotação pejorativa, e sobretudo utilizado para referir-se aos pensadores antigos não filósofos (como Hesíodo e Ferécides de Siro).
Santo Agostinho tomou o conceito "teologia natural" da obra Antiquitates rerum humanarum et divinarum, de M. Terêncio Varrão, como única teologia verdadeira dentre as três apresentadas por Varrão: a mítica, a política e a natural. Acima desta, situou a teologia sobrenatural (theologia supernaturalis), baseada nos dados da revelação e, portanto, considerada superior. A teologia sobrenatural, situada fora do campo de ação da Filosofia, não estava subordinada, mas sim acima da última, considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a primeira na compreensão de Deus." (fonte: http://wikipedia.pt.org/wiki/teologia)



A Universidade Católica começa no século III d.C. com Santo Agostinho. Ele começa a ensinar dentro de um Mosteiro.



Nesta aula também analisamos a música O paraíso - Madre Deus:





Subi a escada de papelão



Imaginaria



Invocação



não leva a lava



não leva não



É só uma escada de papelão





Há outra entrada no paraíso



mais apertada



mas sim Senhor



foi inventada



por um anão





Está guardada



por um dragão



eu só conheço



esse caminho



do paraíso





Depois que a professora ditou a música, os alunos debateram sobre o que viria a ser essa música, qual a metáfora que ela queria passar. E chegamos a conclusão de que ela estava falando sobre a salvação, a ida para o paraíso, que nao adianta buscarmos atalhos, porque só existe uma entrada estreita, que precisamos ser retos diante de Deus para entrarmos.